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	<title>Arquivo de Brasil em Números - IDELT</title>
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	<description>Instituto de Desenvolvimento, Logística, Transporte e Meio Ambiente</description>
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	<title>Arquivo de Brasil em Números - IDELT</title>
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		<title>A Vitimização das Mulheres no Brasil – 2ª Edição</title>
		<link>https://idelt.org.br/vitimizacao-das-mulheres-no-brasil-2a-edicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IDELT]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jul 2024 23:04:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil em Números]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lamentavelmente, apesar de maior conscientização da sociedade e dos esforços empreendidos, a violência contra a mulher se mantém estável e crônica. Estes elevados índices revelam que as leis, por si só, não têm o poder de transformar a realidade. Enfrentar a violência contra a mulher exige romper muitas barreiras e, principalmente, rever os conceitos nocivos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Lamentavelmente, apesar de maior conscientização da sociedade e dos esforços empreendidos, a violência contra a mulher se mantém estável e crônica. Estes elevados índices revelam que as leis, por si só, não têm o poder de transformar a realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfrentar a violência contra a mulher exige romper muitas barreiras e, principalmente, rever os conceitos nocivos e arraigados de uma sociedade de origem patriarcal e machista, que mantêm meninas, jovens e mulheres em aterrorizante silêncio, vergonha e desconfiança naqueles que lhes deveriam dar proteção: a família, as autoridades e a sociedade. Inicia-se esta violência na juventude que vai se agravando na fase adulta. O autor da violência é normalmente alguém próximo da vítima: 76,4% dos agressores são conhecidos, sendo 39% parceiros e ex-parceiros e 14,6% parentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses dados, coletados após 2 anos da realização de pesquisa anterior, realizada pelo <strong>Fórum Brasileiro de Segurança Pública – FBSP</strong> -, indicam que os índices de violência permanecem inalterados: para cada 10 mulheres, praticamente 3 ainda sofrem violência.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora a violência contra a mulher se materialize por um grande número de ações, tais como ameaça, tortura psicológica e física, agressão verbal, física e sexual, são principalmente as mulheres mais jovens e as mulheres negras as que mais são assediadas e agredidas. O feminicídio vem, muitas vezes, como ápice da tragédia.</p>
<p style="text-align: justify;"> “<em>A pesquisa dá voz às mulheres e torna visíveis violências sofridas no cotidiano dos espaços públicos de modo que 60% presenciaram agressões físicas ou verbais e 44% viram-nas sendo abordadas de forma desrespeitosas, além de presenciarem brigas entre homens por causa de ciúmes de uma mulher (31%)</em>”. Ainda, 32% das mulheres receberam comentários desrespeitosos na rua e 8% foram assediadas fisicamente no transporte público, sendo a maior incidência de agressões contra adolescentes e jovens. Contudo, é na própria casa, “<em>local que deveria ser o espaço de paz</em>”, que as agressões mais graves ocorrem (42%).</p>
<p style="text-align: justify;">Habitualmente as pessoas não tendem a ver o familiar ou companheiro como alguém capaz de cometer um crime contra a mulher.  Este agressor é alguém que se “descontrolou”, ou que foi “provocado “e reagiu. Quando esta pesquisa nos sinaliza que 23,8% das agressões eram realizadas por cônjuge, companheiro ou namorado, número que foi ampliado se considerarmos os dados da Pesquisa realizada em 2017 (19,4%), verifica-se que o algoz desta violência tem lugar, tem perfil, tem cara. Sabemos onde encontra-lo e, logo, como combate-lo. Há de se educar, conscientizar e sensibilizara percepção de relacionamentos abusivos desde o primeiro sinal.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o que vemos é que nem mesmo o importante arcabouço legal, ou tampouco o aumento do número de denúncias – embora ainda bastante subnotificadas -, têm sido capazes de barrar ou fazer decrescer as ocorrências. A pergunta que tenazmente subsiste é: “<strong><em>O que autoriza os homens a agredir as mulheres?!</em></strong>”.</p>
<p style="text-align: justify;">Ansiamos por um dia, numa sociedade mais justa, humana e igualitária, no qual homens e mulheres possam conviver em harmonia, criando filhos e filhas em amor e respeito por si próprios e pelos outros. Que possamos, em breve, colher esses frutos!</p>
<p><strong>Abaixo, segue o link para acessar à Pesquisa completa</strong>:</p>
<p><strong><a href="http://www.forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2019/02/relatorio-pesquisa-2019-v6.pdf">http://www.forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2019/02/relatorio-pesquisa-2019-v6.pdf</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Acidentes de Trânsito no Brasil &#8211; Estatísticas 2020</title>
		<link>https://idelt.org.br/acidentes-de-transito-no-brasil-estatisticas-2020/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IDELT]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 May 2021 21:45:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil em Números]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As estáticas de acidentes continuam em níveis alarmantes. No Brasil o trânsito mata mais do que a guerra civil travada na Síria em 9 anos!!! Chama atenção o número de acidentes crescente com ciclistas e motociclistas. Com o isolamento social cresceram as entregas feitas por condutores de aplicativos que se utilizam veículos de duas rodas. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="x_MsoNormal"><span class="x_hgkelc">As estáticas de acidentes continuam em níveis alarmantes. No Brasil o trânsito mata mais do que a guerra civil travada na Síria em 9 anos!!!</span></p>
<p class="x_MsoNormal"><span class="x_hgkelc">Chama atenção o número de acidentes crescente com ciclistas e motociclistas. Com o isolamento social cresceram as entregas feitas por condutores de aplicativos que se utilizam veículos de duas rodas.</span></p>
<p class="x_MsoNormal"><span class="x_hgkelc">Em sua maioria são jovens em idade economicamente ativa, mas sem emprego formal. São também os que mais se acidentam.</span></p>
<p class="x_MsoNormal">As indenizações pagas pelo seguro DPVAT (<span class="x_hgkelc">Danos Pessoais por Veículos Automotores Terrestres), representam importante proteção a todos as pessoas. De modo geral não cobre todas as despesas, mas acabam ajudando aqueles que se acidentam.</span></p>
<p class="x_MsoNormal"><span class="x_hgkelc">Não somente aos condutores mas também aos pedestres e ciclistas, já que envolve a cobertura de acidentes de trânsito de todas espécies e em todo o território brasileiro.</span></p>
<p class="x_MsoNormal"><span class="x_hgkelc">Para se ter uma ideia, somente em 2020, foram pagas 310.710 indenizações às vítimas.</span></p>
<p class="x_MsoNormal"><span class="x_hgkelc">Ainda no ano passado, &nbsp;a circulação de pessoas e veículos sofreu restrições em virtude do distanciamento social. No entanto, os índices de acidentes ficaram pouco abaixo, somente 12% a menos que 2019.</span></p>
<p class="x_MsoNormal">No Estado de São Paulo, por exemplo, entre março e abril foram registrados 9.700 acidentes, 41% a menos que no mesmo período de 2019, quando houve 16.500 casos, com recuo de acidentes de 31%. As ocorrências em ruas e avenidas das cidades caíram 40% e, nas estradas paulistas, a queda foi de 45%, incluindo rodovias estaduais e federais.</p>
<p class="x_MsoNormal">Também neste estado, os motociclistas lideram as estatísticas, com 139 óbitos, mesmo número do ano passado.</p>
<p class="x_MsoNormal">Essas e outras conclusões podem ser tiradas das informações e estatística consolidadas no Relatório Anual 2020 organizada pela Seguradora Líder que opera as indenizações do DPVAT.</p>
<p class="x_MsoNormal">Confira os dados nos dois links abaixo:</p>
<p class="x_MsoNormal"><a href="https://www.seguradoralider.com.br/Documents/Relatorio-Anual/Relatorio%20Anual%20-%202020%20v3.pdf?#zoom=65%" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="NotApplicable" data-linkindex="0">Relatório Anual &#8211; 2020 v3.pdf (seguradoralider.com.br)</a></p>
<p class="x_MsoNormal"><a href="https://mobilidade.estadao.com.br/mobilidade-com-seguranca/mortes-no-transito-brasileiro-mata-1-pessoa-a-cada-15-minutos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="NotApplicable" data-linkindex="1">Mortes no Trânsito Brasil 2020: 1 Óbito a cada 15 minutos | Mobilidade (estadao.com.br)</a></p>
<p class="x_MsoNormal">
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			</item>
		<item>
		<title>PNAD da COVID 19</title>
		<link>https://idelt.org.br/pnad-da-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IDELT]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2020 00:01:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil em Números]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados da última pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) sobre a Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios &#8211; Contínua) dão conta que cresceu o desemprego no Brasil nos últimos quatro meses, desde que se instalou no país a pandemia causada pelo Corona Vírus. Segundo o IBGE, no trimestre encerrado em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p>Dados da
última pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) sobre
a Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios &#8211; Contínua) dão
conta que cresceu o desemprego no Brasil nos últimos quatro meses, desde que se
instalou no país a pandemia causada pelo Corona Vírus.</p>



<p>Segundo o
IBGE, no trimestre encerrado em maio, existem 368 mil pessoas sem emprego, a
mais em relação ao período anterior. Se comparados os números em relação ao
mesmo período de 2019, os dados mostram que 7,8 milhões de pessoas ficaram
desocupadas. Destas 7,8 milhões de pessoas ocupadas, 5,8 milhões eram
informais. Ou seja, foram os trabalhadores informais, aqueles que não contam
com proteção ou garantia de direitos trabalhistas, os que foram mais
prejudicados.</p>



<p>Também
outro importante indicador chama a atenção: ficou em 49,5% (85,9 milhões de
pessoas), o percentual da população ocupada em idade de trabalhar, sendo a
primeira vez que ficou abaixo dos 50% desde que as estatísticas começaram a ser
registradas.</p>



<p>Acompanhe a pesquisa completa em<br><a href="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/trabalho/17270-pnad-continua.html?=&amp;t=o-que-e">https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/trabalho/17270-pnad-continua.html?=&amp;t=o-que-e</a></p>



<p>Veja mais em<br><a href="https://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2020/06/30/desemprego-pnad-ibge.htm">https://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2020/06/30/desemprego-pnad-ibge.htm</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>“Trabalho Infantil: Grave problema social no Brasil”</title>
		<link>https://idelt.org.br/trabalho-infantil-grave-problema-social-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IDELT]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Aug 2019 17:47:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil em Números]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Brasil, 2,7 milhões de crianças e adolescentes (entre 5 e 17 anos) estão em situação de trabalho infantil. No mundo somam mais 152 milhões. Para a Organização Internacional do Trabalho Convenções (OIT) é considerado trabalho infantil o trabalho realizado por crianças e adolescentes [...]</p>
<p>O post <a href="https://idelt.org.br/trabalho-infantil-grave-problema-social-no-brasil/">“Trabalho Infantil: Grave problema social no Brasil”</a> apareceu primeiro em <a href="https://idelt.org.br">IDELT</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No
Brasil, 2,7 milhões de crianças e adolescentes (entre 5 e 17 anos) estão em situação
de trabalho infantil. No mundo somam mais 152 milhões.</p>



<p>Para a Organização
Internacional do Trabalho Convenções (OIT) é considerado trabalho infantil o
trabalho realizado por crianças e adolescentes abaixo da idade mínima de
admissão ao emprego/trabalho estabelecida no país. </p>



<p>No Brasil é ilegal jovens com
menos de 16 anos exercerem atividade profissional. Para adolescentes entre 14 e
15 anos, o trabalho é legal desde que na condição de aprendiz, programa de
aprendizagem que combina emprego e capacitação sem tirar os jovens da escola.</p>



<p>Confiram o Mapa do Trabalho Infantil elaborado pelo Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI) com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2015, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), matéria veiculada no site da &nbsp;“<a href="https://www.chegadetrabalhoinfantil.org.br/trabalho-infantil/estatisticas/"><strong>Rede Peteca &#8211; Chega de Trabalho Infantil</strong>”</a>.</p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Relação entre acidentes rodoviários e infraestrutura</title>
		<link>https://idelt.org.br/relacao-entre-acidentes-rodoviarios-e-infraestrutura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IDELT]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Apr 2019 23:57:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil em Números]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Confederação Nacional de Transportes – CNT, realizou em 2017 e publicou em 2018, estudo intitulado “Acidentes Rodoviários e a Infraestrutura”. Este trabalho inédito correlaciona as condições da infraestrutura rodoviária com a ocorrência e a gravidade dos acidentes. Leva em conta o perfil dos acidentes e a influência das características do pavimento, da sinalização e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Confederação Nacional de Transportes – CNT, realizou em 2017 e publicou em 2018, estudo intitulado “<strong><em>Acidentes Rodoviários e a Infraestrutura</em></strong><strong>”</strong>. Este trabalho inédito correlaciona as condições da infraestrutura rodoviária com a ocorrência e a gravidade dos acidentes. Leva em conta o perfil dos acidentes e a influência das características do pavimento, da sinalização e da geometria da via na frequência e na intensidade dos acidentes.</p>
<p style="text-align: justify;">A Confederação Nacional de Transportes – CNT, realizou em 2017 e publicou em 2018, estudo intitulado “Acidentes Rodoviários e a Infraestrutura”. Este trabalho inédito correlaciona as condições da infraestrutura rodoviária com a ocorrência e a gravidade dos acidentes. Leva em conta o perfil dos acidentes e a influência das características do pavimento, da sinalização e da geometria da via na frequência e na intensidade dos acidentes.Milhares de vidas poderiam ser poupadas se melhores e mais intensos cuidados fossem dados à infraestrutura por onde circula uma frota de aproximadamente 101,5 milhões de veículos de passageiros e cargas. “Somente nas rodovias federais policiadas, no período entre 2007 e 2017, o país registrou 1.652.403 acidentes e 83.481 mortes&gt;”. Diversos são os fatores que causam as ocorrências, contudo o estado das vias e as condições inadequadas de infraestrutura potencializam o número de acidentes com consequente elevação do número de mortos e feridos. A infraestrutura viária, nem de longe, acompanha o vertiginoso crescimento da frota.</p>
<p style="text-align: justify;">A CNT, dentre o rol de conclusões e sugestões sugere algumas medidas preventivas que, se levadas a efeito, podem contribuir para a com a necessária e urgente redução de acidentes, conforme apontado abaixo:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Estímulo a meios de transporte mais seguros</li>
<li style="text-align: justify;">Melhor capacitação de condutores e pedestres</li>
<li style="text-align: justify;">Melhoria do sistema viário e da infraestrutura</li>
<li style="text-align: justify;">Estímulo à melhor compreensão da sociedade e das autoridades sobre as consequências dos acidentes</li>
<li style="text-align: justify;">Disponibilidade de dados e maior confiabilidade aos existentes.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Vale a leitura da íntegra do Estudo Acidentes Rodoviários e a Infraestrutura que se encontra no link abaixo elaborado e publicado pela Confederação Nacional de transportes em seu site. Não deixe de acessar!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cnt.org.br/acidentes-rodoviarios-infraestrutura">https://www.cnt.org.br/acidentes-rodoviarios-infraestrutura</a></p>
<p>O post <a href="https://idelt.org.br/relacao-entre-acidentes-rodoviarios-e-infraestrutura/">Relação entre acidentes rodoviários e infraestrutura</a> apareceu primeiro em <a href="https://idelt.org.br">IDELT</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Estudo de 2015 indica que, se não houver mecanismos de controle, 17,5 milhões de toneladas de resíduos plásticos poderão entrar nos oceanos a cada ano até 2025.</title>
		<link>https://idelt.org.br/estudo-de-2015-indica-que-se-nao-houver-mecanismos-de-controle-175-milhoes-de-toneladas-de-residuos-plasticos-poderao-entrar-nos-oceanos-a-cada-ano-ate-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IDELT]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jan 2019 00:35:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil em Números]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste verão quente com que se iniciou 2019, um dos locais de passeios preferidos para as feriados e férias é a praia! Também pudera! Com este vasto e exuberante litoral que tem este país, nada mais refrescante do que um mergulho, não é mesmo?! Também vasta e exuberante é a nossa flora e fauna. Profusão [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://idelt.org.br/estudo-de-2015-indica-que-se-nao-houver-mecanismos-de-controle-175-milhoes-de-toneladas-de-residuos-plasticos-poderao-entrar-nos-oceanos-a-cada-ano-ate-2025/">Estudo de 2015 indica que, se não houver mecanismos de controle, 17,5 milhões de toneladas de resíduos plásticos poderão entrar nos oceanos a cada ano até 2025.</a> apareceu primeiro em <a href="https://idelt.org.br">IDELT</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<pre>Neste verão quente com que se iniciou 2019, um dos locais de passeios preferidos para as feriados e férias é a praia!

Também pudera! Com este vasto e exuberante litoral que tem este país, nada mais refrescante do que um mergulho, não é mesmo?!

Também vasta e exuberante é a nossa flora e fauna. Profusão de cores, formas, texturas e sabores! Todas estas coisas muito nos agradam e alegram a vida!

Contudo, muito de nossa fauna marinha se encontra pressionada pela falta de cuidados ambientais diversos.

Sabe aquele monte de sacos plásticos, de garrafas pet e outras embalagens que “esquecemos” nas praias? Pois é! Acabam se acumulando e prejudicando muito a vida marinha.

O artigo “<strong><em>Por que animais marinhos confundem plástico com comida?</em></strong>”, veiculado em 17 de setembro de 2018, refere-se ao Estudo de 2015 que traz o alerta: se não houver mecanismos de controle, 17,5 milhões de toneladas de resíduos plásticos poderão entrar nos oceanos, a cada ano, até 2025.

<strong><a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-45519251">https://www.bbc.com/portuguese/geral-45519251</a></strong>


Também, o Relatório da <em>World Animal Protection</em>, recentemente publicado, intitulado “<strong><em>Maré Fantasma</em></strong>” dá conta de que, no Brasil, diversas espécies podem ser impactadas por conta da chamada “pesca fantasma”.

<strong><a href="https://www.worldanimalprotection.org.br/sites/default/files/br_files/relatorio_marefantasma_sumarioexecutivo.pdf">https://www.worldanimalprotection.org.br/sites/default/files/br_files/relatorio_marefantasma_sumarioexecutivo.pdf</a></strong></pre>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://idelt.org.br/estudo-de-2015-indica-que-se-nao-houver-mecanismos-de-controle-175-milhoes-de-toneladas-de-residuos-plasticos-poderao-entrar-nos-oceanos-a-cada-ano-ate-2025/">Estudo de 2015 indica que, se não houver mecanismos de controle, 17,5 milhões de toneladas de resíduos plásticos poderão entrar nos oceanos a cada ano até 2025.</a> apareceu primeiro em <a href="https://idelt.org.br">IDELT</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estudo de 2015 indica que, se não houver mecanismos de controle, 17,5 milhões de toneladas de resíduos plásticos poderão entrar nos oceanos, a cada ano, até 2025.</title>
		<link>https://idelt.org.br/estudo-de-2015-indica-que-se-nao-houver-mecanismos-de-controle-175-milhoes-de-toneladas-de-residuos-plasticos-poderao-entrar-nos-oceanos-cada-ano-ate-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IDELT]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jan 2019 20:51:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil em Números]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste verão quente com que se iniciou 2019, um dos locais de passeios preferidos para as feriados e férias é a praia!<br />
Também pudera! Com este vasto e exuberante litoral que tem este país, [...]</p>
<p>O post <a href="https://idelt.org.br/estudo-de-2015-indica-que-se-nao-houver-mecanismos-de-controle-175-milhoes-de-toneladas-de-residuos-plasticos-poderao-entrar-nos-oceanos-cada-ano-ate-2025/">Estudo de 2015 indica que, se não houver mecanismos de controle, 17,5 milhões de toneladas de resíduos plásticos poderão entrar nos oceanos, a cada ano, até 2025.</a> apareceu primeiro em <a href="https://idelt.org.br">IDELT</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste verão quente com que se iniciou 2019, um dos locais de passeios preferidos para as feriados e férias é a praia!</p>
<p>Também pudera! Com este vasto e exuberante litoral que tem este país, nada mais refrescante do que um mergulho, não é mesmo?!</p>
<p>Também vasta e exuberante é a nossa flora e fauna. Profusão de cores, formas, texturas e sabores! Todas estas coisas muito nos agradam e alegram a vida!</p>
<p>Contudo, muito de nossa fauna marinha se encontra pressionada pela falta de cuidados ambientais diversos.</p>
<p>Sabe aquele monte de sacos plásticos, de garrafas pet e outras embalagens que “esquecemos” nas praias? Pois é! Acabam se acumulando e prejudicando muito a vida marinha.</p>
<p>O artigo “<strong><em>Por que animais marinhos confundem plástico com comida?</em></strong>”, veiculado em 17 de setembro de 2018, refere-se ao Estudo de 2015 que traz o alerta: se não houver mecanismos de controle, 17,5 milhões de toneladas de resíduos plásticos poderão entrar nos oceanos, a cada ano, até 2025.</p>
<p><strong><a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-45519251">https://www.bbc.com/portuguese/geral-45519251</a></strong></p>
<p>Também, o Relatório da <em>World Animal Protection</em>, recentemente publicado, intitulado “<strong><em>Maré Fantasma</em></strong>” dá conta de que, no Brasil, diversas espécies podem ser impactadas em razão da chamada “pesca fantasma”.</p>
<p><strong><a href="https://www.worldanimalprotection.org.br/sites/default/files/br_files/relatorio_marefantasma_sumarioexecutivo.pdf">https://www.worldanimalprotection.org.br/sites/default/files/br_files/relatorio_marefantasma_sumarioexecutivo.pdf</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://idelt.org.br/estudo-de-2015-indica-que-se-nao-houver-mecanismos-de-controle-175-milhoes-de-toneladas-de-residuos-plasticos-poderao-entrar-nos-oceanos-cada-ano-ate-2025/">Estudo de 2015 indica que, se não houver mecanismos de controle, 17,5 milhões de toneladas de resíduos plásticos poderão entrar nos oceanos, a cada ano, até 2025.</a> apareceu primeiro em <a href="https://idelt.org.br">IDELT</a>.</p>
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		<title>Mapa da Morte em São Paulo: dados da Segurança Pública divulgados pelo Jornal da Folha de São Paulo</title>
		<link>https://idelt.org.br/mapa-da-morte-em-sao-paulo-dados-da-seguranca-publica-divulgados-pelo-jornal-da-folha-de-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IDELT]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Oct 2017 23:28:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil em Números]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os números assustam! Trata-se de vidas humana! Mas aqui se apresenta pouca novidade em relação ao que já se sabe sobre a Cidade. São sempre nos mesmos lugares que a violência é mais cruel. O abandono [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><script src="https://securepubads.g.doubleclick.net/gampad/ads?gdfp_req=1&amp;correlator=3348108670889337&amp;output=json_html&amp;callback=googletag.impl.pubads.callbackProxy2&amp;impl=fifs&amp;json_a=1&amp;eid=108809107%2C108809152%2C21060133%2C21060363&amp;sc=0&amp;sfv=1-0-13&amp;iu_parts=27954005%2Cfolha%2Ccotidiano&amp;enc_prev_ius=%2F0%2F1%2F2&amp;prev_iu_szs=300x600&amp;rcs=1&amp;prev_scp=campaignuol%3D1%26expble%3D1%26pos%3Dtop%26native%3D0%26keyword%3Drefreshativo&amp;eri=1&amp;cust_params=t%3D10%26origin%3Dwww1%2520folha%2520uol%2520com%2520br%2520cotidiano%25202017%252010%25201925481%2520mapa%2520da%2520morte%2520em%2520sp%2520vai%2520da%2520suecia%2520ate%2520o%2520mexico%2520locais%2520dos%2520crimes%2520se%2520repetem%2520shtml%26hasFocus%3Dtrue%26bt%3D9000&amp;cookie=ID%3D38e0442641271400%3AT%3D1507675306%3AS%3DALNI_MYSCqjVeChD-GlPC9wlP82qSB4NEw&amp;cookie_enabled=1&amp;abxe=1&amp;lmt=1507675512&amp;dt=1507675512493&amp;frm=20&amp;biw=1908&amp;bih=964&amp;oid=3&amp;adxs=1284&amp;adys=554&amp;adks=2731571827&amp;gut=v2&amp;ifi=13&amp;u_tz=-180&amp;u_his=1&amp;u_java=true&amp;u_h=1080&amp;u_w=1920&amp;u_ah=1040&amp;u_aw=1920&amp;u_cd=24&amp;u_nplug=1&amp;u_nmime=1&amp;u_sd=1&amp;flash=0&amp;url=http%3A%2F%2Fwww1.folha.uol.com.br%2Fcotidiano%2F2017%2F10%2F1925481-mapa-da-morte-em-sp-vai-da-suecia-ate-o-mexico-locais-dos-crimes-se-repetem.shtml&amp;vrg=158&amp;vis=1&amp;ga_vid=54096748.1507675301&amp;ga_sid=1507675308&amp;ga_hid=1500095029"></script></p>
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<article id="news" class="news">
<header>Os números assustam! Trata-se de vidas humana! Mas aqui se apresenta pouca novidade em relação ao que já se sabe sobre a Cidade. São sempre nos mesmos lugares que a violência é mais cruel. O abandono de determinados locais pelas autoridades, dá maior mobilidade à criminalidade. As condições precárias de moradia, educação e saúde agora se juntam ao desemprego e à fome. São poucas as saídas para os jovens em tempos de crise. A periferia silente pede socorro.</header>
</article>
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<p>Confira na sessão Cotidiano de 09/10/2017:<a href="http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2017/10/1925481-mapa-da-morte-em-sp-vai-da-suecia-ate-o-mexico-locais-dos-crimes-se-repetem.shtml">&nbsp;<span style="color: #0000ff;"><strong>Mapa da morte em SP vai da Suécia até o México: locais dos crimes se<span style="color: #0000ff;"> re</span></strong><strong>petem</strong>.&nbsp;</span></a></p>
</div>
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		<title>Perto de 70.000 exemplares distribuídos pelo Projeto Semeadores de Livros!</title>
		<link>https://idelt.org.br/perto-de-70-000-exemplares-distribuidos-pelo-projeto-semeadores-de-livros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IDELT]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Nov 2016 20:48:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil em Números]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Projeto Semeadores de Livros foi criado pelo IDELT com o objetivo de semear conhecimento e incentivar o gosto e o hábito pela leitura para todas as pessoas, em todas as idades.<br />
Nasceu de um sonho! Em poder contribuir para que</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O <strong>Projeto Semeadores de Livros</strong> foi criado pelo <strong>IDELT</strong> com o objetivo de semear conhecimento e incentivar o gosto e o hábito pela leitura para todas as pessoas, em todas as idades.</p>
<p style="text-align: justify;">Nasceu de um sonho! Em poder contribuir para que homens e mulheres, crianças, adultos e idosos sejam capazes de ler, escrever e bem interpretar aquilo que leem e escrevem. Sonho de desenvolvimento humano. Sonho no qual as pessoas encontrem facilmente nas entrelinhas dos livros conhecimentos e emoções. E isso por meio da leitura.</p>
<p style="text-align: justify;">Porque os livros nos encantam. Nos levam a muitos lugares: transportam ao passado lá na nossa infância nos contos infantis ou para o futuro nas asas da ficção. Novos mundos se descortinam. Compreendemos a métrica e a rima das poesias e poemas. Aprendemos novas palavras e tornamos outras mais belas. A boa leitura nos captura! Proporciona emoções ao nos transformar em policiais ou detetives, mocinhos ou bandidos. Solucionamos os enigmas dos contos policiais. Torna-nos forte e poderosos, capturamos dragões, saltamos muralhas com os samurais. E nos romances a gente sonha torcendo por um final feliz para sempre&#8230; E quando retornamos desse mundo mágico para a nossa realidade, percebemos que, ao final de cada livro, aprendemos mais.</p>
<p style="text-align: justify;">Nosso sonho era poder levar ao maior número de pessoas possível a oportunidade de ter um livro em suas mãos. E, 5 anos após a implantação do <strong>Projeto Semeadores de Livros</strong>, comemoramos a marca de <strong>69.311 livros</strong> distribuídos.</p>
<p style="text-align: justify;">Claro que só pudemos alcançar esses números com a colaboração de muitos parceiros! Sejam as pessoas, instituições e empresas que nos doam os livros, em sua maioria usados, como os pontos parceiros de distribuição seja na Capital de São Paulo, Mairiporã, Osasco, Carapicuíba, Vitória no Espírito Santo ou Altamira e Barcarena no Pará. E assim continuaremos a levar livros até onde nossas possibilidades alcançarem. <strong>Venha fazer parte deste Projeto</strong>!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1775 " src="http://idelt.org.br/wp-content/uploads/2016/11/Brasil-em-Numeros-Semeadores-Nov2016-Grafico.jpg" alt="Brasil em Numeros - Semeadores Nov2016 Grafico" width="542" height="326" srcset="https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2016/11/Brasil-em-Numeros-Semeadores-Nov2016-Grafico.jpg 752w, https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2016/11/Brasil-em-Numeros-Semeadores-Nov2016-Grafico-300x180.jpg 300w" sizes="(max-width: 542px) 100vw, 542px" /></strong></p>
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		<title>Quanto custa manter sua conta bancária?</title>
		<link>https://idelt.org.br/quanto-custa-manter-sua-conta-bancaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IDELT]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Sep 2016 22:57:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil em Números]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em lugar algum está escrito que uma pessoa física é obrigada a ter uma conta corrente bancária. Pelo menos não encontramos esta afirmação claramente escrita, ou “desenhada”, nas exaustivas pesquisas que fizemos. De forma bastante interessante, quando consultada a internet a respeito “pessoa física é obrigada a manter uma conta bancária”, invariavelmente a resposta é: [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em lugar algum está escrito que uma pessoa física é obrigada a ter uma conta corrente bancária. Pelo menos não encontramos esta afirmação claramente escrita, ou “<em>desenhada</em>”, nas exaustivas pesquisas que fizemos.</p>
<p style="text-align: justify;">De forma bastante interessante, quando consultada a internet a respeito “pessoa física é obrigada a manter uma conta bancária”, invariavelmente a resposta é: <strong>conta corrente sem cobrança de taxas é um direito garantido por Lei</strong>! E, se é um direito, corresponde avessamente ao “dever” de manter pelo menos uma conta bancária.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso significa que, embora de maneira não explicita, nós, cidadãos brasileiros somos obrigados a ter uma conta bancária! No mínimo, para poder receber qualquer minguado tipo de sustento.</p>
<p style="text-align: justify;">Se assim não fosse, o trabalho realizado teria que ser pago em dinheiro vivo ou sacado o cheque na boca do caixa. E todas as despesas desse cidadão seriam pagas em dinheiro. Seu Imposto de Renda seria somente comprovado pelos comprovantes emitidos por seus pagadores. E que fosse muito organizado, para demonstrar seus gastos guardando todos os comprovantes das despesas realizadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez, por um lado, este seja um cidadão feliz! Ele está livre das diversas taxas do sistema bancário!</p>
<p style="text-align: justify;">Outra forma de se viver sem uma conta bancária é ter somente um cartão de crédito pré-pago, forma de obtenção de bens e serviços, que recentemente tem proliferado. Não se exige nada do cidadão além de que ele pague a taxa do cartão. E não precisará identificar a origem dos seus recursos, sem consulta aos serviços de proteção ao crédito ou quaisquer outras formalidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Simples assim! Entrou no site, cadastrou, pagou o boleto, compensou e terá disponível até R$ 5.000,00/ mês à sua disposição. E, com a vantagem adicional de não precisar discutir com os bancos tarifas, taxas e serviços incluídos em pacotes. Tampouco reclamar do mau atendimento. Ou ser desprezado pelo gerente quando, decorrente da crise, sua aplicação se extingue e ele que antes vivia oferecendo vantagens, agora nem mais atende aos telefonemas.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, o Banco Central diz que as instituições financeiras são obrigadas a oferecer <strong>serviços essenciais</strong> <strong>sem custo</strong> para o cliente, conforme as <a href="http://www.bcb.gov.br/pre/normativos/busca/normativo.asp?tipo=res&amp;ano=2010&amp;numero=3919">Resoluções 3.919</a>, de 25 de novembro de 2010 e <a href="http://www.bcb.gov.br/pre/normativos/busca/normativo.asp?tipo=res&amp;ano=2013&amp;numero=4196">4.196</a> de 15 de março de 2013, de acordo com o pacote padronizado abaixo:</p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-1347" src="http://idelt.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Bancos-img-1-1024x445.png" alt="Bancos img 1" width="537" height="233" srcset="https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Bancos-img-1-1024x445.png 1024w, https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Bancos-img-1-300x130.png 300w, https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Bancos-img-1-768x334.png 768w, https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Bancos-img-1.png 1332w" sizes="(max-width: 537px) 100vw, 537px" /></p>
<p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 4.0pt 0cm;">Acontece que as instituições bancárias, por desinformação do cliente ou por sofreguidão, dificultam o acesso à gratuidade de serviços, criando necessidades próprias dos bancos para movimentação financeira de forma que o cliente não tem outra saída a não ser contratar um pacote “maior” ou pagar serviço a serviço o valor excedente não tabelado pelo Banco Central que, via de regra, não é declarado na abertura da conta.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-1348" src="http://idelt.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Bancos-img-2.png" alt="Bancos img 2" width="521" height="501" srcset="https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Bancos-img-2.png 928w, https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Bancos-img-2-300x289.png 300w, https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Bancos-img-2-768x739.png 768w" sizes="(max-width: 521px) 100vw, 521px" />Fonte: <a href="http://www.valor.com.br/financas/3988546/os-bancos-com-menores-tarifas-de-conta-corrente">http://www.valor.com.br/financas/3988546/os-bancos-com-menores-tarifas-de-conta-corrente#</a></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 4pt; text-align: justify;">Com o aprofundamento da crise econômica outras consequências cruéis vão se somando. As instituições financeiras extinguiram ou alteraram os pacotes de serviços e deles excluíram utilizáveis sem comunicação prévia aos clientes, oferecendo a eles novos contratos onde serviços anteriormente prestados têm agora maior valor e/ou encontram-se fora deles. O correntista não pode ficar à mercê da boa vontade do banco. Os bancos precisam oferecer contratos equilibrados de modo a não onerar o já agravado cotista. A mais perversa delas se refere aos custos de capital para as tarifas praticadas.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1351" src="http://idelt.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Bancos-img-3a.png" alt="Bancos img 3a" width="524" height="190" srcset="https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Bancos-img-3a.png 974w, https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Bancos-img-3a-300x109.png 300w, https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Bancos-img-3a-768x278.png 768w" sizes="(max-width: 524px) 100vw, 524px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1349" src="http://idelt.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Bancos-img-3.png" alt="Bancos img 3" width="524" height="236" srcset="https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Bancos-img-3.png 977w, https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Bancos-img-3-300x135.png 300w, https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Bancos-img-3-768x346.png 768w" sizes="(max-width: 524px) 100vw, 524px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1350" src="http://idelt.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Bancos-img-4.png" alt="Bancos img 4" width="524" height="460" srcset="https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Bancos-img-4.png 984w, https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Bancos-img-4-300x263.png 300w, https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Bancos-img-4-768x674.png 768w" sizes="(max-width: 524px) 100vw, 524px" /></p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;Fonte: &nbsp; <a href="http://www.bcb.gov.br/fis/tarifas/htms/htarco01F.asp?idpai=TARBANVALMED">http://www.bcb.gov.br/fis/tarifas/htms/htarco01F.asp?idpai=TARBANVALMED</a></p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, onera-se os correntistas adimplentes com o custo do financiamento dos demais inadimplentes: as instituições bancárias não perdem nunca! Faz parecer que a única lógica que os bancos conhecem é a de ganhar ou ganhar, a qualquer custo, não importando o custo social a ser pago. Embora lamentando, forçoso é lembrar que dentre elas nomeia-se o Banco Central que pouco regula este mercado, deixando desprotegido os cidadãos a quem deveria proteger.</p>
<p style="text-align: justify;">Estando à mercê do sistema bancário, vale o alerta: ao abrir uma conta corrente ou ao alterar o pacote, peça todas as informações, examine as taxas e o tempo de vigência dos novos serviços. Verifique se precisa mesmo de todos os serviços tarifados ou se é possível ficar com os serviços padronizados. Não fique constrangido com a insistência dos atendentes em oferecer pacote de serviços tarifados. Não se preocupe com a perda de status bancário. O que importa é não se deixar explorar e sair da crise.</p>
<p style="text-align: justify;">Tenha sempre ao acesso e faça uso da Resolução do Banco Central 4.196 que pode ser encontrada também no link abaixo:</p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;<a href="http://www.bcb.gov.br/pre/normativos/busca/normativo.asp?tipo=res&amp;ano=2013&amp;numero=4196">http://www.bcb.gov.br/pre/normativos/busca/normativo.asp?tipo=res&amp;ano=2013&amp;numero=4196</a></p>
<p>O post <a href="https://idelt.org.br/quanto-custa-manter-sua-conta-bancaria/">Quanto custa manter sua conta bancária?</a> apareceu primeiro em <a href="https://idelt.org.br">IDELT</a>.</p>
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