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	<title>Arquivo de Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior - IDELT</title>
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	<description>Instituto de Desenvolvimento, Logística, Transporte e Meio Ambiente</description>
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	<title>Arquivo de Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior - IDELT</title>
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		<title>Cuidado com o barulho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[IDELT]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Oct 2023 12:23:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabia que o barulho produzido pelo trânsito leva a surdez e a incapacidade para o trabalho no transporte? Sabia que esse barulho produz doença do trabalho (doença ocupacional)? Os motoristas em geral não estão ligados no risco que o barulho produzido pelo trânsito é capaz de causar. Ele produz redução da audição, zumbidos e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabia que o barulho produzido pelo trânsito leva a surdez e a incapacidade para o trabalho no transporte?</p>
<p>Sabia que esse barulho produz doença do trabalho (doença ocupacional)?</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8389" src="https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2023/10/Screenshot_5.jpg" alt="" width="433" height="296" srcset="https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2023/10/Screenshot_5.jpg 433w, https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2023/10/Screenshot_5-300x205.jpg 300w" sizes="(max-width: 433px) 100vw, 433px" /></p>
<p>Os motoristas em geral não estão ligados no risco que o barulho produzido pelo trânsito é capaz de causar. Ele produz redução da audição, zumbidos e surdez. Quanto maior o barulho e quanto maior o tempo de exposição diária maior será a perda. Não acontece num dia, há necessidade de exposição prolongada. Depende também da sensibilidade de cada um e de doenças pré-existentes ligadas à audição. A legislação do trabalho recomenda que o trabalhador não deva ficar exposto a ruído acima de 85 decibéis por mais de 8 horas por dia. Hoje, o Código de Trânsito Brasileiro, discordando da Legislação do Trabalho, não recomenda uso de protetores auriculares para aqueles que trabalham no transporte, mesmo sabendo tratar-se de ambiente extremamente ruidoso. Deixa dessa maneira totalmente desprotegidos os motociclistas e motoristas em geral.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8390" src="https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2023/10/Screenshot_6.jpg" alt="" width="410" height="263" srcset="https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2023/10/Screenshot_6.jpg 410w, https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2023/10/Screenshot_6-300x192.jpg 300w" sizes="(max-width: 410px) 100vw, 410px" /></p>
<p>Em estudos realizados com o ruído produzido pelo trânsito chegamos a concluir que 20% dos investigados eram portadores de perdas auditivas importantes, e não sabiam. Lembro aqui que perda auditiva é uma redução da audição que pode chegar à surdez, e surdez é uma perda auditiva profunda, irreversível, e é hoje incapacitante para atividade profissional no transporte.</p>
<p>E como se percebe que está ocorrendo essas perdas?</p>
<p>A perda é gradual. Não é perceptível. Vai-se perdendo com a maior intensidade do ruído e com tempo de exposição. Lógico que depende também de outros fatores como idade, suscetibilidade, fator familiar, doenças pré-existentes.</p>
<p>Outras vezes o indivíduo observa que tem dificuldade para ouvir a televisão quando alguém conversa próximo. É comum também o indivíduo procurar o médico porque percebe um barulho dentro da orelha (ouvido), como se fosse o barulho de uma cachoeira, alguns até referem que parece existir um grilo dentro do ouvido. Esse barulho, eles referem que aumenta durante a noite e que não conseguem dormir. O zumbido, a perda auditiva e a surdez são lesões evolutivas e definitivas, isto é, não tem retorno, não há recuperação e leva o indivíduo a incapacidade social e funcional.</p>
<p>Como proceder?</p>
<p>O uso de protetor auricular (plug ou abafador de ruído) seria a alternativa para prevenção. A legislação de trânsito não recomenda tal proteção. A única opção que nos resta é reduzir o tempo de exposição do motociclista e do motorista ao ruído. Daí pode-se entender por que de longa data recomendamos redução da jornada de trabalho para todos aqueles que direta ou indiretamente estão expostos aos ruídos produzidos pelo trânsito dos grandes centos durante a jornada de trabalho.</p>
<p>Como o motociclista, motorista e a empresa devem agir?</p>
<p>Devem inicialmente zelar pela boa manutenção da máquina. A máquina bem cuidada faz menos barulho. Atuar sempre na redução desses ruídos, observando vibrações, regulagem, descarga, ajustes, amortecedores, suspensão e outros. Sempre lembrar que buzina é outra fonte de ruído e como tal não deve ser usada para abrir caminho. Esta buzina também causa perda auditiva, zumbidos e surdez, mesmo usada de maneira intermitente como hoje fazem os motociclistas</p>
<p>No exame médico admissional deve ser incluído a realização de uma audiometria. Nesse exame é medido o nível de audição. Essa audiometria inicial servirá de parâmetro para os exames posteriores. A cada ano, faz-se no exame periódico, a audiometria, obedecendo ao Programa de Controle Médico da Saúde Ocupacional (PCMSO) do Ministério do Trabalho e Emprego. Essa nova audiometria será comparada a anterior. O médico avaliará e havendo perda tomará dentro das medidas preventivas já apresentadas a conduta ideal. Pode ser que seja o momento de se fazer um Comunicado de Doença Ocupacional ao INSS. Dessa forma não se permite que o trabalhador chegue à surdez e incapacidade parcial ou total com prejuízo ao homem, à família, a empresa, a sociedade e ao país.</p>
<p>Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior</p>
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		<title>Trânsito, fenômeno social e de saúde pública.</title>
		<link>https://idelt.org.br/transito-fenomeno-social-e-de-saude-publica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IDELT]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2020 21:37:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior * Quando daremos atenção real e objetiva para solução do transporte e do trânsito nesse país? Ações coordenadas do governo precisam de maior legitimidade. Leis complementares, resoluções, parecem desarticular o conjunto de necessidades para solução do problema.   A necessidade de mobilidade do ser humano o leva a situações conflitantes. Busca [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><img decoding="async" width="150" height="150" class="wp-image-3827" style="width: 150px;" src="http://idelt.org.br/wp-content/uploads/2020/07/Dirceu-Rodrigues-Alves.jpg" alt="" srcset="https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2020/07/Dirceu-Rodrigues-Alves.jpg 199w, https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2020/07/Dirceu-Rodrigues-Alves-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /> <br />Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior *</p>



<p><strong>Quando daremos atenção real e objetiva para solução do transporte e do trânsito nesse país? Ações coordenadas do governo precisam de maior legitimidade. Leis complementares, resoluções, parecem desarticular o conjunto de necessidades para solução do problema</strong>.<strong>  </strong></p>



<p>A necessidade de mobilidade do ser humano o leva a situações conflitantes. Busca por todos os meios o transporte individual porque é privado do transporte coletivo diante do volume de passageiros, do “empurra empurra” para acessar um ônibus, um trem, van ou qualquer outro meio.</p>



<p>Ir e vir são direitos assegurados pela constituição, mas com muitas limitações na prática. O transporte é hoje nas grandes metrópoles a dificuldade maior. Perdem-se horas seguidas para o embarque, para transitar e chegar a um destino.</p>



<p><strong>A gestão, o planejamento e projetos estão distantes do objetivo da sociedade como um todo.</strong></p>



<p>Vítimas desse trânsito louco crescem de maneira assustadora. O último levantamento estatístico mostrou existirem 40 mil óbitos e 160 mil incapacitados. Não foram computados os óbitos tardios. Parece incrível, mas nem nas estatísticas temos dados reais e atualizados. É mostrado um panorama assustador, caracterizando um problema de saúde pública, são 124 óbitos por dia. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) estimou em 40 bilhões de reais os custos com os acidentes de trânsito no Brasil.</p>



<p>O governo estimula a compra de veículos retirando impostos. Legaliza uma atividade de altíssimo risco quando libera a profissão de mototaxista. Tramita no parlamento a ideia de permitir que aos 16 anos o jovem possa ser portador da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Não são criados espaços para o trânsito dos veículos emplacados a cada dia. Milhares de novas carteiras são emitidas diariamente. Qual a intenção do governo, piorar o caos já existente, popularidade, aumentar conflitos, mostrar crescimento econômico? Mas o custo de tudo isso, atualizado, já alcança cifras que daria para construir quarenta estádios do Corinthians ou um milhão de casas populares.</p>



<p><strong>O governo transita na contramão do fenômeno social e da saúde pública.</strong></p>



<p>A formação do motorista é precária, com ensinamentos elementares para fazer o veículo andar e estacionar. Nada é feito com relação a treinamento para os riscos em condições adversas como as condutas a serem tomadas com chuva, névoa, neblina, na área urbana, na rodovia, dia, noite e outras situações. Como frear com freios comuns e ABS, com piso seco e molhado. Desviar de um obstáculo em emergência. Manipular todos os acessórios do veículo em situação normal, emergência e tantos outros.  A direção preventiva, defensiva, evasiva parecem não ter importância.</p>



<p>A avaliação psicológica, com tempo limitado, não permitindo um estudo aprofundado do perfil do futuro motorista. Liberam-se indivíduos pouco responsáveis, compulsivos, com distúrbios comportamentais e até portadores de doenças psiquiátricas. Não vemos direcionamento para uma qualificação mais adequada e o impedimento para acessar uma atividade de risco na direção veicular.</p>



<p>Todos aos 18 anos querem portar a carta de motorista. Esse é o passaporte para a liberdade mesmo que não tenha condição para aquisição de um veículo. É a necessidade de portando tal documento ter “status” junto a sua galera. É o momento de poder dar uma voltinha no veículo de um colega. E mal formado, desinformado, sem conhecer riscos, sem o aprendizado de situações de emergência, quer experimentar as emoções da velocidade, das frenagens bruscas, do cantar pneus, de chamar a atenção com som em nível alto, de fazer “pega” e muitas outras condições.</p>



<p>As autoridades são responsáveis por essa anarquia e precisam de atitudes severas para tornar a nossa mobilidade segura. A participação da sociedade se faz necessária.</p>



<p>* Diretor de Comunicação e do Departamento de Medicina de Tráfego Ocupacional da ABRAMET<br />Associação Brasileira de Medicina de Tráfego</p>
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		<title>Projeto de Lei 3267/2019 não satisfaz totalmente especialistas</title>
		<link>https://idelt.org.br/projeto-de-lei-3267-2019-nao-satisfaz-totalmente-especialistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IDELT]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2020 22:44:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dr Dirceu Rodrigues Alves * O Presidente da República encaminhou ao Congresso um projeto de lei contrariando pontos importantes para segurança durante a mobilidade. Enquanto especialistas lutam pela preservação da vida no trânsito o PL 3267/2019 pretende tirar do Código de Trânsito o uso por exemplo da cadeirinha de segurança para crianças, exame médico sem [&#8230;]</p>
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<p><img decoding="async" width="150" height="150" class="wp-image-3827" style="width: 150px;" src="http://idelt.org.br/wp-content/uploads/2020/07/Dirceu-Rodrigues-Alves.jpg" alt="" srcset="https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2020/07/Dirceu-Rodrigues-Alves.jpg 199w, https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2020/07/Dirceu-Rodrigues-Alves-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><br />Dr Dirceu Rodrigues Alves *</p>



<p>O Presidente da República encaminhou ao Congresso um projeto de lei contrariando pontos importantes para segurança durante a mobilidade. Enquanto especialistas lutam pela preservação da vida no trânsito o PL 3267/2019 pretende tirar do Código de Trânsito o uso por exemplo da cadeirinha de segurança para crianças, exame médico sem a necessidade do especialista tanto do médico como do psicólogo, aumentar o tempo de intervalo entre um exame médico e outro, retirar o exame toxicológico, aumentar o número de pontos quando houver infração as regras de trânsito, tempo de validade da Carteira Nacional de Habilitação e por aí vão outras mudanças que sempre foram reprimidas pelos especialistas.</p>



<p>Quando esse PL chegou a Câmara, todos envolvidos com trânsito e transporte rejeitaram e partiram para Brasília com objetivo de impedir a aprovação. A Abramet (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego) representada por uma comissão presidida por seu presidente, visitou e dialogou com todas as lideranças e participou de audiências públicas buscando convencer deputados de vetarem as propostas mostrando possíveis consequências do PL. Muitas outras entidades lutaram pela mesma causa.</p>



<p>Após múltiplas conversações, foram sendo conseguidas algumas modificações, mas nem todas.</p>



<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="255" height="197" class="wp-image-3826" src="http://idelt.org.br/wp-content/uploads/2020/07/Artigo-PL.jpg" alt="" /></figure>
</div>



<p>O PL foi discutido várias vezes na Comissão de Trânsito e Transporte até que após vários adiamentos chegou ao plenário da Câmara para votação.</p>



<p>Sabendo que o principal agente de acidentes é aquele que está atrás do volante, não podemos imaginar que a saúde física e mental desse condutor seja abandonada, que seja de menor importância dentro do PL. Tudo contrariava a real necessidade de segurança, quando recomendava o não uso da cadeirinha, aumentava o tempo de validade da CNH e os pontos quando cometidas infrações.</p>



<p>No chão de fábrica, o Ministério do Trabalho exige que o empresário preserve a integridade física, mental e social do trabalhador. Nesse chão, grande parte das máquinas são fixas e mesmo assim ele tem que ter uma equipe de Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho a fim de atuar na prevenção de acidentes, fazendo exame médico periódico. No entanto, o PL que chegou à Câmara recomendava o exame médico e psicológico feito por qualquer profissional da área da saúde desqualificando o especialista, perito em medicina de tráfego. Vejam como as leis e regras são conflitantes, para maquinas fixas todo cuidado, máquinas móveis total desatenção das autoridades.</p>



<p>Recentemente tivemos greves e múltiplas reinvindicações dos motoristas profissionais rodoviários e parece que para atender a esses rodoviários e evitar nova paralização no país o governo editou esse PL. Atendeu as reinvindicações, mas não à segurança.</p>



<p>Foi criado um projeto para atender aquele público sem terem sido ouvidos especialistas.</p>



<p>Felizmente a Câmara dos Deputados alterou algumas proposições adequando o projeto e atendendo parcialmente aquilo que especialistas reivindicavam.</p>



<p>Aprovado em plenário, o projeto deve ser encaminhado ao Senado onde especialistas ainda tentam mostrar aos componentes da casa, necessidade de mudanças que não foram aceitas na câmara. Entre outras, a redução do intervalo entre exames médico e psicológico, retirar a necessidade do exame toxicológico no primeiro exame e a cada dois anos e meio, obrigando a ser feito no momento da atividade profissional. Alterar o tempo de validade da CNH e algumas outras.</p>



<p>Esperamos que com todas essas alterações chegue as mãos do Presidente da República para a sansão sem vetos.</p>



<p>Dr. Dirceu Rodrigues Alves<br />Diretor da Abramet<br />Associação Brasileira de Medicina de Tráfego</p>
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		<item>
		<title>COMO SERÁ O AMANHÃ?</title>
		<link>https://idelt.org.br/como-sera-o-amanha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IDELT]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2020 22:34:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dr. Dirceu Rodrigues Alves Amanhã temos que construir o hoje. E como construir esse futuro pós pandemia com a repercussão de tanto sofrimento? Estamos vivendo uma quarentena, reduziu-se a mobilidade humana, poluição, circulação de veículos, barulho, as cidades parecem àquelas com ruas tranquilas, sem violência, sem acidentes, sem mortos no trânsito onde na realidade gostaríamos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><img decoding="async" class="wp-image-556" style="width: 150px;" src="http://idelt.org.br/wp-content/uploads/2014/12/Dr.-Dirceu-Rodrigues-e1474573133793.png" alt="" /><br />Dr. Dirceu Rodrigues Alves</p>



<p><strong>Amanhã temos que construir o hoje.</strong></p>



<p>E como construir esse futuro pós pandemia com a repercussão de tanto sofrimento?</p>



<p>Estamos vivendo uma quarentena, reduziu-se a mobilidade humana, poluição, circulação de veículos, barulho, as cidades parecem àquelas com ruas tranquilas, sem violência, sem acidentes, sem mortos no trânsito onde na realidade gostaríamos de viver. Parecem até cidades abandonadas.</p>



<p>Surgiram coisas muito interessantes que não víamos a muito tempo, generosidade, gentileza, contribuição para que os idosos não saiam de casa partido de voluntários e de empresas, com entregas a domicílio, auxílios os mais diversos que nunca vimos no dia a dia. Todos presos ao amor, à vida, muitos em pânico, vendo noticiários inéditos, câmeras dentro de hospitais, UTIs, cemitérios, à beira de sepulturas, covas múltiplas, cadáveres ensacados e colocados em câmaras frigoríficas na porta dos hospitais, gerando medo, pavor, horror, quadros gerando distúrbio mental e todos se reservando à casa. O desespero tocando a todos.</p>



<p>Sem condições ideais temos que nos transformar para fazer o melhor no pós pandemia.</p>



<p>A transformação é a necessidade maior para construirmos o futuro.</p>



<p>Como será esse amanhã? Manteremos esse voluntariado, seremos prestigiados pela generosidade das pessoas e empresas, receberemos auxílio do governo, teremos doações, as ruas livres de veículos leves, sem ruído e poluição, hospitais bem equipados, atendimento generoso, empresas solidárias aos menos favorecidos, Como Será?</p>



<p>Certamente teremos um novo mundo mais generoso com mudanças em todos os sentidos, comportamento, inteligência emocional, tempo a dedicar ao lazer, à família, mais produtividade, momentos mais felizes, de carinho, aproximação, mais presença, trabalho em home office, mais liberdade, franqueza, honestidade, lealdade e segurança. Os países se integrarão mais, a paz será mundial. Estaremos construindo as cidades mais virtuosas, mais alegres, com maior aderência a vida de relação e ao aconchego de todos.</p>



<p>Quantas indagações, quantas dúvidas com relação a esse amanhã. Temos que mudar radicalmente, precisamos usar os guerreiros de hoje, aqueles que estão na frente dessa batalha, dentro de enfermarias, UTIs, UPAs formando um exército e aquartelados, treinados, estarão disponíveis para qualquer ataque de inimigos invisíveis. Armados de todos os equipamentos para a guerra, com vacinas, medicação, aparelhos, respiradores, equipamentos de proteção individual e coletiva e sempre se antecipando para o ataque ser dominado estrategicamente, não causando maiores danos à saúde e economia da nação.</p>



<p>Com a guerra erradicada viveremos mais felizes e em paz eterna.</p>



<p>Essa onda passa, por enquanto temos que surfar nela, mas em pouco tempo essa tempestade estará passando e o amanhecer de outro dia nos trará luz para recuperarmos aquilo que perdemos, com o mar nivelado, com vento favorável e o horizonte despontado, caminharemos para dias melhores.</p>



<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3752" src="http://idelt.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Amanhecer-1024x683.jpg" alt="" width="319" height="212" srcset="https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Amanhecer-1024x683.jpg 1024w, https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Amanhecer-300x200.jpg 300w, https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Amanhecer-768x512.jpg 768w, https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Amanhecer-1536x1024.jpg 1536w, https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Amanhecer.jpg 1591w" sizes="(max-width: 319px) 100vw, 319px" />
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</div>



<p> Dr. Dirceu Rodrigues Alves<br /> Diretor da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego &#8211; ABRAMET </p>
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		<item>
		<title>Guerra Biológica 3ª Guerra Mundial</title>
		<link>https://idelt.org.br/guerra-biologica-3a-guerra-mundial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IDELT]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2020 20:32:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://idelt.org.br/?p=3728</guid>

					<description><![CDATA[<p>Dr. Dirceu Alves Rodrigues: A grande mobilidade do ser humano no planeta terra, utilizando os mais variados tipos de veículos concorre para a disseminação de doenças e para a rápida transferência de um foco de infecção de um hemisfério para outro. [...]</p>
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<figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="316" height="252" class="wp-image-3731" src="http://idelt.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Corona2.png" alt="" srcset="https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Corona2.png 316w, https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Corona2-300x239.png 300w" sizes="(max-width: 316px) 100vw, 316px" /></figure>
</div>



<p><img decoding="async" class="wp-image-556" style="width: 150px;" src="http://idelt.org.br/wp-content/uploads/2014/12/Dr.-Dirceu-Rodrigues-e1474573133793.png" alt="" /> <br />Dr. Dirceu Rodrigues Alves Junior</p>



<p>&nbsp;</p>



<p>A grande mobilidade do ser humano no planeta terra, utilizando os mais variados tipos de veículos concorre para a disseminação de doenças e para a rápida transferência de um foco de infecção de um hemisfério para outro.</p>



<p>Os pontos mais distantes do nosso planeta cada vez se tornam mais próximos.  A evolução do transporte aproxima cada vez mais estes pontos. Até bem pouco tempo, somente através do transporte marítimo conseguíamos atravessar o Atlântico, o Pacifico e atingir outro continente. As viagens eram longas, cansativas e desgastantes.</p>



<p>A Vigilância Sanitária nos portos preocupava-se em não deixar entrar no país qualquer patologia que poderia disseminar comprometendo toda à população. Os quadros suspeitos eram submetidos à quarentena, já que poderiam estar no período prodrômico (período de incubação). Cobravam-se as vacinações obrigatórias para determinadas doenças.</p>



<p>E agora, projéteis múltiplos e invisíveis estão sendo disseminados em todo planeta. Explosões maiores estão ocorrendo na Itália, Espanha, Estados Unidos e no Brasil aumentam as vítimas.  Entrincheirada toda humanidade tenta escapar.</p>



<p>A mobilidade comprometida, abastecimento prejudicado, vida social destruída, contato pessoal interrompido, falar frente a frente impossível, esporte e trânsito bloqueados, tudo fora da normalidade.</p>



<p>Guerra viral que há muito sabíamos que iria acontecer, quando na década de 90 publicávamos artigo intitulado “Globalização das Doenças Infectocontagiosas”, mostrando o curto espaço de tempo para a propagação em todo planeta, falávamos da mobilidade como agente causal dessa atual guerra. Doenças endêmicas em uma localidade transportada para outras e disseminando a países gerando a pandemia.</p>



<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3732" src="http://idelt.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Corona-test.png" alt="" width="358" height="200" /></figure>
</div>



<p>Caminhões, carretas, baús, transportando doenças endêmicas de um lado para outro, comprometendo os grandes centros. Aviões distribuindo de maneira rápida, vetores e portadores hoje do Corona Vírus. Esse inimigo transformou a população mundial gerando medo, pânico, isolamento, problema econômico, fome, possibilitando aparecimento de outras doenças oportunistas e ainda, impedindo que portadores de doenças crônicas possam mobilizar-se para uma consulta médica ambulatorial ou de emergência. Na emergência não consegue vaga, nas enfermarias idem e tão pouco em UTI porque encontra-se ocupada pelas vítimas da guerra, tudo está direcionado para o Covid 19.</p>



<p>E como vamos resistir a esse ataque covarde que nos surpreendeu, levando vidas, gerando isolamento, tristeza e sofrimento para todos.</p>



<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3733" src="http://idelt.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Mask.jpg" alt="" width="178" height="178" srcset="https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Mask.jpg 458w, https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Mask-300x300.jpg 300w, https://idelt.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Mask-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 178px) 100vw, 178px" /></figure>
</div>



<p>Na realidade uma guerra biológica onde nenhuma explosão, tiro, clarão foi visto, o inimigo é invisível. Quando adentramos um hospital encontramos vítimas graves, alguns conseguindo recuperação, muitos indo para UTI porque não conseguem oxigenar o organismo e muitos não estão resistindo, vindo a falecer.</p>



<p>Profissionais de saúde na linha de frente virando vítimas. A cada hora mais pessoas chegam aos hospitais, as estatísticas assustam, os hospitais e profissionais da saúde estão limitados.</p>



<p>Cientistas se apressam para buscar por drogas, vacinas, meio de interceder para enfrentar e destruir o inimigo.</p>



<p>Esse inimigo é forte, está bem equipado e seu principal objetivo estratégico é chegar ao pulmão de sua vítima, impedindo que a hemoglobina capte o oxigênio, levando a vítima a insuficiência respiratória. Reduz a vitalidade dos tecidos e órgãos tornando cada vez mais grave o estado geral da vítima.</p>



<p>Temos que nos cuidar sabendo que o corona vírus se adquire através contato, as novas atitudes nos levam ao afastamento das pessoas, torna-se necessário priorizar higiene pessoal e com superfícies de contato, uso de máscara, água, sabão e álcool em gel.</p>



<p>Os gestores de tráfego precisam orientar seus condutores com relação a esses cuidados já citados e fornecer EPI e material para higienização pessoal e ambiental. O habitáculo sabemos ser normalmente mal higienizado, por isso precisamos enfatizar a necessidade de manter o ambiente de trabalho organizado e limpo, lembrando que para o interior do veículo levamos nos calçados, roupas, mãos microrganismos os mais diversos, tornando o ambiente insalubre.</p>



<p>Aqueles que usam barba, bigode devem saber que isso está próximo as mucosas nasal e oral e que a todo momento levam a mão com microrganismos nessa barba que com as gotículas que são eliminadas quando se fala, espirra e tosse humedecem o ambiente tornando-o um meio de cultura. Quando colocamos a máscara, equipamento hoje obrigatório, os vapores d’água saídos da cavidade oral e nasal humedecem a máscara, tornando-a ineficiente por isso precisamos trocá-la a cada três horas.</p>



<p>É com os cuidados preventivos que vamos impedir que o inimigo nos derrube ou que sejamos portadores e transmissores do mal que assola o planeta.</p>



<p>                                                  Dr. Dirceu Rodrigues Alves</p>
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		<item>
		<title>Semana Nacional do Trânsito</title>
		<link>https://idelt.org.br/semana-nacional-do-transito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IDELT]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Sep 2016 19:09:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>  Dr. Dirceu Rodrigues Alves Junior Ainda muito distante do ideal, consagrando uma epidemia, o trânsito e transporte preocupa todos nós.   ABRAMET propõe imunização para o mal que assola o país. Precisamos acelerar essa trajetória para alcançarmos o objetivo proposto pela Organização das Nações Unidas (ONU) de reduzir em 50% o número de mortes no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-thumbnail wp-image-556" src="http://idelt.org.br/wp-content/uploads/2014/12/Dr.-Dirceu-Rodrigues-150x150.png" alt="Dr. Dirceu Rodrigues" width="150" height="150" />  Dr. Dirceu Rodrigues Alves Junior</p>
<p><strong><em>Ainda muito distante do ideal, consagrando uma epidemia, </em></strong><br />
<strong><em> o trânsito e transporte preocupa todos nós.  </em></strong><br />
<strong>ABRAMET propõe imunização para o mal que assola o país.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Precisamos acelerar essa trajetória para alcançarmos o objetivo proposto pela Organização das Nações Unidas (ONU) de reduzir em 50% o número de mortes no nosso trânsito até 2020. Para tal, precisamos mudança radical da cultura para mobilidade, não só do motorista, mas também do nosso pedestre, dos governantes e toda cúpula dirigente do nosso país. Faz-se necessário a execução do Código de Trânsito Brasileiro que data de 1997, quando determina a “Educação de Trânsito” nas escolas. Até hoje, vários itens desse código não foram colocados em pratica.</p>
<p style="text-align: justify;">Educação continuada, formação de condutores, campanhas permanentes, policiamento ostensivo, participação ativa da sociedade, a fiscalização e a punição parecem abandonadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar das multas, infratores reclamam, mas não mudam comportamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Velocidade, bebida, drogas, fadiga, sono e desatenções continuam fazendo parte do ranking causador de nossos tristes acidentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Como afirmamos, necessitamos de uma imunização em curto prazo em que a fiscalização e punição precisam ser severas. Em longo prazo, atuando na mudança da cultura já na pré-escola, aos cinco anos de idade, com educação de trânsito onde serão ensinados os perigos da máquina sobre rodas. Para que serve, como fazer bom uso, sinalização de trânsito, evoluindo com leis, resoluções, chegando ao curso secundário onde dentro da física, química, biologia seriam passados conhecimentos das ações de forças exercidas sobre o veículo, de doenças causadas pelo trânsito e mesmo pelo transporte de produtos perigosos. Por que derrapam, por que capotam, efeitos do ruído, da vibração, consequências dos gases, vapores, poeiras e fuligem sobre o homem e meio ambiente. A necessidade real de utilização de equipamentos de segurança e tantas outras coisas que amadureceriam nosso jovem e ao fim de 13 anos teríamos novos cidadãos, conscientes, responsáveis, conhecendo os limites da máquina sobre rodas, o respeito mútuo e a própria vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Aos 18 anos, como cidadãos diferenciados, fariam um Curso de Formação de Condutores (CFC) com treinamento em simuladores onde todas as adversidades seriam ensaiadas, saindo dali para uma pista própria para colocar em prática todo o aprendizado. De dia, de noite, na área urbana, pista molhada, desviar de obstáculo a 80 km/h, frear com freios comum e ABS, no sol, na chuva, neblina e por aí em diante.</p>
<p style="text-align: justify;">Estamos convictos de que dessa forma atingiremos o objetivo reduzindo de maneira substancial a epidemia que hoje faz parte do nosso dia a dia. Certamente estaríamos imunizando nossa população e erradicando um mal sistemático em nossas cidades.</p>
<p><strong>Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior</strong></p>
<p><strong>Diretor de Comunicação e do Departamento de Medicina</strong><br />
<strong> de Tráfego Ocupacional  da ABRAMET &#8211; Associação Brasileira de Medicina de Tráfego</strong></p>
<p><strong><a href="mailto:dirceurodrigues@abramet.org.br">dirceurodrigues@abramet.org.br</a></strong></p>
<p><strong>dirceu.rodrigues5@terra.com.br</strong></p>
<p><strong>www.abramet.org.br</strong></p>
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		<title>DESESPERO NO TRÂNSITO.</title>
		<link>https://idelt.org.br/desespero-transito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IDELT]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2015 15:26:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> Dirceu Rodrigues Alves Junior Causando distúrbio orgânico e  comportamental. O engarrafamento e a lentidão do trânsito levam à perda da liberdade de ir e vir, gera insatisfação, estresse, altera função orgânica e é capaz de gerar distúrbio de comportamento. O autocontrole é essencial em ambiente de desconforto. A irritabilidade é o primeiro sintoma manifesto e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://idelt.org.br/wp-content/uploads/2014/12/Dr.-Dirceu-Rodrigues.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-556 alignnone" src="http://idelt.org.br/wp-content/uploads/2014/12/Dr.-Dirceu-Rodrigues-300x230.png" alt="Dr. Dirceu Rodrigues" width="118" height="90" /></a> Dirceu Rodrigues Alves Junior</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Causando distúrbio orgânico e  comportamental.</b></p>
<div style="text-align: justify;">
<p><b>O engarrafamento e a lentidão do trânsito levam à perda da liberdade de ir e vir, gera insatisfação, estresse, altera função orgânica e é capaz de gerar distúrbio de comportamento. O autocontrole é essencial em ambiente de desconforto.</b></p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><b>A irritabilidade é o primeiro sintoma manifesto e é quase sempre uma resposta excessiva a esse estímulo de ansiedade no trânsito. É na realidade uma resposta dos sentimentos do indivíduo. Manifesta-se com maior ou menor intensidade dependendo da formação, caráter, personalidade e uma série de outros fatores externos e internos. A complexidade do organismo humano muitas vezes leva a um desequilíbrio que pode ser notado não só pelo indivíduo como por aqueles que estão ao redor.</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>O aumento do potencial elétrico nas pessoas pode ocasionar perturbações nas funções dos neurotransmissores, por exemplo, e isso ser notado.</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Sabemos que torres de celular, antenas de TV e altos níveis de poluição eletromagnética na atmosfera provocam aumento do potencial bioelétrico que é capaz de provocar alterações nas ligações neuronais e baixa produção de serotonina. Esta substância é além de sedativa e calmante, é aquela capaz de elevar o humor e produzir sensação de bem estar.</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Na lentidão e no engarrafamento do trânsito com estresse físico, psicológico, social, com desvitalização bioenergética, perde-se o controle dos impulsos, ocorre queda da serotonina que por sua vez reduz os neurotransmissores controladores do comportamento explosivo (“diz-se que o indivíduo está com pavio curto”).</b></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://idelt.org.br/wp-content/uploads/2015/03/1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-578 aligncenter" src="http://idelt.org.br/wp-content/uploads/2015/03/1.jpg" alt="1" width="210" height="137" /></a><a href="http://idelt.org.br/wp-content/uploads/2015/03/2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-579 aligncenter" src="http://idelt.org.br/wp-content/uploads/2015/03/2.jpg" alt="2" width="204" height="136" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Outros fatores psicológicos e psiquiátricos como compulsão, transtorno explosivo intermitente (TEI), sociopatias, transtorno obsessivo compulsivo (TOC), depressão, ansiedade, problemas afetivos, agressividade e outros têm baixa produção da serotonina. É essa serotonina elevada que nos mantém alegres, bem humorados, tolerantes e em equilíbrio. É na realidade um dos mais importantes neurotransmissores.</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>A perda do controle significa que o nível de serotonina está baixo, podemos aí reagir com distúrbios de comportamento dependendo daqueles fatores psicológicos e psiquiátricos e outros fatores pessoais. Podemos chegar à impulsividade, agressividade e a violência verbal, gestual e física. O que, aliás, é hoje muito comum no nosso trânsito.</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>O distúrbio de comportamento pode manifestar-se também com negligência e imprudência como produto da agressividade. Dar fechada, jogar farol alto, colar na traseira e por aí vai.</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Tudo isso causa no motorista envolvido nesse trânsito louco das grandes cidades, exacerbação do estresse físico, psicológico e social. Nos portadores de um perfil potencialmente psiquiátrico, os surtos patológicos afloram e podem agravar-se.</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>É uma das causas do “Road Rage” (fúria no trânsito).</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Outros sinais e sintomas podem ser percebidos como:</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>&#8211; taquicardia (batimento cardíaco acelerado)</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>&#8211; taquipnéia (frequência respiratória aumentada)</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>&#8211; extrassístoles (batimento cardíaco irregular)</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>&#8211; elevação da pressão arterial</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>&#8211; dor no estômago</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b> &#8211; enjoo</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b> &#8211; transpiração (suor)</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b> As que mais sofrem são as pessoas tensas, apressadas e ansiosas.</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b> O quê fazer?</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>  &#8211; buscar permanentemente o equilíbrio</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b> &#8211; não buscar explicações para o problema</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>  &#8211; relaxe</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>  &#8211; coloque música ambiente</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>   &#8211; sente-se confortavelmente</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>   &#8211; faça um alongamento</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>   &#8211; mantenha o bom humor</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>   &#8211; converse com o passageiro ou o parceiro de infortúnio</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>   &#8211; troque gentilezas</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>   &#8211; coloque uma coisa doce na boca</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b> Lembre-se que todos que estão no trânsito são parceiros de infortúnio e não inimigos. O autoestímulo, bem como o estímulo de cada um que se encontra na lentidão ou no engarrafamento, seja com um sinal positivo, com uma palavra de conforto, com uma simples brincadeira, uma gentileza serão certamente agentes atenuantes do desgaste físico, mental e social que todos estão vivendo.</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b> Uma conversa, uma brincadeira, pode aumentar a produção da serotonina e sairmos daquela realidade para momentos felizes quando nos ocupamos com outra atividade de lazer. </b></p>
<p><b> Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior.</b></p>
<p><b> Diretor de Comunicação e do Departamento de Medicina de Tráfego Ocupacional   da ABRAMET &#8211;<br />
</b></p>
<p><b>Associação Brasileira de Medicina de Tráfego</b></p>
<p><b> <a href="http://www.abramet.org.br">www.abramet.org.br</a></b></p>
<p><b><a href="mailto:dirceurodrigues@abramet.org.br">dirceurodrigues@abramet.org.br</a></b></p>
<p><b><a href="mailto:dirceu.rodrigues5@terra.com.br">dirceu.rodrigues5@terra.com.br</a></b></p>
<p><b> </b></p>
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		<item>
		<title>SONO E DIREÇÃO VEICULAR</title>
		<link>https://idelt.org.br/sono-e-direcao-veicular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IDELT]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2015 22:50:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160;Dirceu Rodrigues Alves Junior Nunca acreditamos em fatalidades, mas precisamos aceitar que as funções e alterações orgânicas são capazes de repercutir e nos levar a situações de alto&#160;risco.&#160;&#160;&#160; O sono é uma necessidade básica do organismo. Deixar de dormir ou dormir poucas horas não recompõe o desgaste proporcionado pelo dia de atividades. Dormimos um terço [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><a href="http://idelt.org.br/wp-content/uploads/2014/12/Dr.-Dirceu-Rodrigues.png"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-556 alignnone" src="http://idelt.org.br/wp-content/uploads/2014/12/Dr.-Dirceu-Rodrigues-300x230.png" alt="Dr. Dirceu Rodrigues" width="110" height="85"></a>&nbsp;Dirceu Rodrigues Alves Junior</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Nunca acreditamos em fatalidades, mas precisamos aceitar que as funções e alterações orgânicas são capazes de repercutir e nos levar a situações de alto&nbsp;risco.&nbsp;&nbsp;&nbsp; </b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>O sono é uma necessidade básica do organismo. Deixar de dormir ou dormir poucas horas não recompõe o desgaste proporcionado pelo dia de atividades.</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Dormimos um terço da vida. Exemplificando, um indivíduo com 75 anos dormiu 25 anos de sua vida. Caso isso não aconteça, teremos um processo de envelhecimento acelerado e redução dos anos de vida.</b></p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><b>O sono apresenta duas fases, a REM e NÃO REM, o que significa respectivamente movimento rápido dos olhos e movimento lento. 25% do sono é REM, é a fase que sonhamos e lembramos os sonhos. 75% é NREM, quando não lembramos os sonhos.</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Na fase REM o organismo libera hormônio do crescimento e ocorre recuperação mental. Na NREM acontece o equilíbrio do estado imunológico, hormonal e recomposição dos neurotransmissores.</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Então podemos afirmar que o sono é uma necessidade primordial para termos uma boa qualidade de vida. Em média, são necessárias sete a oito horas de sono noturno. Observe estou falando em sono noturno. Durante o dia, uma série de fatores traz transtorno para uma boa higiene do sono. O calor, barulho, luminosidade, limpeza da casa, crianças brincando e outros fatos concorrem para alterar o ciclo do sono. O sono é interrompido a cada momento e até reduzido para quatro a cinco horas por dia. Nessas condições, o indivíduo retorna ao trabalho não recuperado por estar privado do sono, em consequência terá uma direção insegura porque terá a atenção, concentração, raciocínio, vigília, percepção, respostas motoras comprometidas.</b></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://idelt.org.br/wp-content/uploads/2015/01/Red-Alert-Driver-Fatigue-300x180.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-570 aligncenter" src="http://idelt.org.br/wp-content/uploads/2015/01/Red-Alert-Driver-Fatigue-300x180.jpg" alt="Red-Alert-Driver-Fatigue-300x180" width="300" height="180"></a></p>
<p style="text-align: justify;"><b>É comu</b><b>m termos motoristas e motofr</b><b>etistas comprometidos com a segurança em função de excesso de horas trabalhada</b><b>s e por estarem privados do sono.</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>O sono aparece a cada doze horas devido à produção de um hormônio (melatonina). Os picos maiores desse hormônio são entre duas e três horas da manhã e quatorze e quinze horas do dia.</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>O dormir mal reduz em 50% a concentração, produção e qualidade do que estamos a fazer.</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Segundo dados estatísticos:</b></p>
<p><b>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;56% têm microcochilos durante o trabalho</b></p>
<p><b>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 42% são privados do sono</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Entre as causas de acidentes:</b></p>
<p><b>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 42% são causados pelo sono</b></p>
<p><b>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 18% pela fadiga</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Após alimentação, os carboidratos estimulam também a liberação daquele hormônio e é por isso que percebemos torpor, sonolência pós alimentar.</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Vários medicamentos podem levar a essa condição de torpor e sonolência, por isso, devemos ter muita cautela na automedicação. </b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Dormir bem exige:</b></p>
<p><b>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &#8211; quarto com no máximo dois leitos</b></p>
<p><b>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &#8211; silêncio</b></p>
<p><b>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &#8211; penumbra</b></p>
<p><b>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &#8211; bem ventilado</b></p>
<p><b>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &#8211; sem circulação de pessoas</b></p>
<p><b>Conclusão:</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Dormir oito horas por noite, ter um bom café da manhã e em seguida assumir a direção veicular é um procedimento que trará mais segurança e melhor qualidade de vida no trabalho.</b></p>
<p><b>Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior</b></p>
<p><b>Diretor de Comunicação e do Departamento de Medicina de Tráfego Ocupacional da ABRAMET &#8211; Associação Brasileira de Medicina de Tráfego </b></p>
<p><b><a href="http://www.abramet.org.br">www.abramet.org.br</a></b></p>
<p><b><a href="mailto:dirceurodrigues@abramet.org.br">dirceurodrigues@abramet.org.br</a></b></p>
<p><b><a href="mailto:dirceu.rodrigues5@terra.com.br">dirceu.rodrigues5@terra.com.br</a></b></p>
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		<title>FÉRIAS SIM, ACIDENTES NÃO.   “Vá e Volte”.</title>
		<link>https://idelt.org.br/ferias-sim-acidentes-nao-va-e-volte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IDELT]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2014 19:51:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160;Dirceu Rodrigues Alves Junior Os riscos na direção veicular são constituídos pelos “atos inseguros” e “condições inseguras”. Participam desse elenco a negligência, imprudência e imperícia. O homem é o ator principal no acidente. &#160;Risco é tudo aquilo capaz de tirar a atenção, concentração, percepção, vigilância, visão, audição, reduzir os reflexos e sensibilidade tátil como também [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://idelt.org.br/wp-content/uploads/2014/12/Dr.-Dirceu-Rodrigues.png"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-556 alignnone" src="http://idelt.org.br/wp-content/uploads/2014/12/Dr.-Dirceu-Rodrigues-300x230.png" alt="Dr. Dirceu Rodrigues" width="180" height="138"></a>&nbsp;Dirceu Rodrigues Alves Junior</p>
<p><b>Os riscos na direção veicular são constituídos pelos “atos inseguros” e “condições inseguras”. Participam desse elenco a negligência, imprudência e imperícia. </b></p>
<p><b>O homem é o ator principal no acidente. </b></p>
<p><b>&nbsp;</b>Risco é tudo aquilo capaz de tirar a atenção, concentração, percepção, vigilância, visão, audição, reduzir os reflexos e sensibilidade tátil como também o não uso dos equipamentos de proteção, a deficiência na manutenção de equipamentos e máquinas, tudo concorrendo para produzir acidente ou doença.</p>
<p><b>Ato Inseguro &#8211;</b> é todo aquele ato produzido pelo indivíduo que pode levá-lo a um acidente ou doença. Citamos exemplos:</p>
<ul>
<li>Esticar-se para mexer no porta-luvas com veículo em movimento;</li>
<li>Tirar as mãos do volante;</li>
<li>Acender cigarro (Fumar);</li>
<li>Usar celular ou similar;</li>
<li>Digitar;</li>
<li>Manipular GPS com veículo em movimento;</li>
<li>Uso de álcool e drogas;</li>
<li>Colocar cinto de segurança com o veículo em movimento;</li>
<li>Uso inadequado da buzina, faróis e pisca alerta;</li>
<li>Direção ofensiva (xingar, gestos obscenos, brigar).</li>
<li>Não obrigar o uso do cinto de segurança no banco trazeiro;</li>
<li>Observar tranca das portas;</li>
<li>Dirigir cansado ou com sono;</li>
<li>Não manter a velocidade recomendada;</li>
<li>Não manter a distância entre veículos;</li>
<li>Deixar de sinalizar quando houver mudança de rumo ou de pista;</li>
<li>Não respeitar sinalização;</li>
<li>Desatenção;</li>
</ul>
<p><b>Lembramos que o motorista é o responsável pela segurança de todos que estão dentro e fora do veículo.</b></p>
<p><b>&nbsp;Condição Insegura –</b>é tudo que se encontra no ambiente de operação que poderia levar ao acidente ou doença, são eles:</p>
<ul>
<li>Manutenção precária da máquina, suspensão, amortecedores, freios;</li>
<li>Parte elétrica, lanternas, faróis não funcionando;</li>
<li>Pneus em mau estado, alinhamento, balanceamento e calibragem irregular;</li>
<li>Deixar de sinalizar quando houver enguiço;</li>
<li>Falta de apoio para a cabeça;</li>
<li>Ruas esburacadas;</li>
<li>Falta de sinalização.</li>
<li>Equipamentos de segurança.</li>
</ul>
<p><b>Agora que conhecemos alguns atos e condições inseguras, vamos comentar um por um, começando pelos:</b></p>
<p><b>&nbsp;Atos inseguros:</b></p>
<ul>
<li>&nbsp;<b>Esticar-se para mexer no porta-luvas.</b></li>
</ul>
<p><b>&nbsp;</b>Ato muito comum e que é causa de acidentes. Para fazer tal movimento consumimos em média 4 segundos. A 100 Km/h teremos percorrido nesses 4 segundos aproximadamente 110 metros. Estaremos mantendo apenas a mão esquerda no volante e estaremos com o tronco fletido e sem nenhuma visão frontal e da parte traseira. Estaremos susceptíveis a ocorrência de acidentes.</p>
<ul>
<li>&nbsp;<b>Tirar as mãos do volante.</b></li>
</ul>
<p><b>&nbsp;</b>Um veículo sem balanceamento, alinhamento, com pneus desgastados ou mesmo problema mecânico de rodas não manterá a direção quando tiramos as mãos do volante. E se necessitarmos de uma manobra brusca teremos problema.</p>
<ul>
<li>&nbsp;<b>Acender cigarros e Fumar.</b></li>
</ul>
<p>São riscos que o fumante não considera, mas acender um cigarro com isqueiro à noite produz, pela claridade, contração das pupilas, reação de ofuscamento que precisamos em média de 3 a 4 segundos para que a pupila volte á posição anterior.</p>
<p>A 100 Km/h teríamos tido um deslocamento de aproximadamente 83 a 111 metros e muita coisa poderia acontecer nesse trajeto.</p>
<p>Com o fósforo o risco é somado à possibilidade de fragmentos de fósforo incandescente saltarem sobre o rosto ou corpo produzindo queimaduras e reação espontânea de autoproteção, o que poderá ser causa de acidente.</p>
<p>Existe ainda o risco da brasa do cigarro com o vento cair sobre o corpo do indivíduo produzindo a mesma reação de autodefesa. Pode ainda a cinza jogada pelo vento cair nos olhos ou sobre o passageiro do banco traseiro.</p>
<ul>
<li><b>Uso do Celular</b></li>
</ul>
<p><b>&nbsp;</b>Ninguém se sente tranquilo ao escutar o celular tocar, a reação instintiva é levar a mão ao aparelho em qualquer situação.</p>
<p>Ao acioná-lo existem expectativas, tensão e com isso desvia-se a atenção totalmente e passa-se a dirigir mecanicamente. Deixamos de mensurar riscos, distâncias e passamos a viver emoções do que é conversado. Seguramos o volante com uma das mãos e não temos como passar a marcha. É um ato de extrema insegurança. Estaremos concentrados no que estaremos ouvindo e falando. Ao adentrar o veículo desligue o celular. Lá estarão gravados os contatos feitos. Quando estacionar, em local seguro, entre em contato.</p>
<ul>
<li>&nbsp;<b>Colocar o cinto de Segurança com o Veículo em Movimento.</b></li>
</ul>
<p>Na afobação para sair com o veículo coloca-se o cinto de segurança com o veículo em movimento, o que vai produzir 3 a 4 segundos de desatenção.</p>
<p>Olha o risco aí.</p>
<ul>
<li>&nbsp;<b>Dar a ré sem voltar-se para trás.</b></li>
</ul>
<p><b>&nbsp;</b>Os pontos cegos na direção veicular estão presentes. Usando-se somente os espelhos retrovisores para praticar esta manobra conseguimos delimitar os pontos fixos, não temos medida de profundidade e não visualizamos estruturas em deslocamento como no caso de pedestres, animais, etc.</p>
<p>O domínio da manobra torna-se muito mais fácil e mais seguro quando voltamos para trás.</p>
<ul>
<li><b>&nbsp;Não uso do cinto de segurança.</b></li>
</ul>
<p>Este é um equipamento indispensável, dá ótima proteção quando de três pontos numa desaceleração brusca ou colisão protegendo traumas de quadril (100%), Coluna (60%), face e crânio (56%), tórax (45%) e abdome (40%).</p>
<ul>
<li>&nbsp;<b>Colocar braço para fora da janela.</b></li>
</ul>
<p><b>&nbsp;</b>Este é um hábito comum. As mãos devem estar permanentemente ligadas ao volante. O cotovelo não deve ser apoiado na janela e tão pouco sinalizar com o braço ou a mão. A sinalização para mudança de direção é luminosa.</p>
<ul>
<li><b>Uso inadequado da buzina, faróis e pisca alerta.</b></li>
</ul>
<p>A buzina no trânsito é agente de estresse. Farol alto ofusca, leva 3 a 4 segundos para adaptação, o tempo suficiente para o sinistro.</p>
<p>O pisca alerta é um sistema para dar segurança quando temos que parar devido à pane do veículo ou em situações de risco de acidente. Jamais devemos usá-lo com o veículo em movimento.</p>
<ul>
<li>&nbsp;<b>Não manter a distância entre veículos</b></li>
</ul>
<p>A importância de manter-se distante do veículo da frente 10 a 20 metros é necessária para que se tenha tempo hábil de se brecar ou fazer manobra brusca em condições anormais.</p>
<p><b>Condições inseguras</b></p>
<ul>
<li><b>Manutenção precária da Máquina, suspensão, amortecedores, freios, etc.</b></li>
</ul>
<p>Esta é uma preocupação permanente de quem assume a direção de um veículo. As revisões periódicas e adequações necessárias são prioridades.</p>
<ul>
<li>&nbsp;<b>Lanterna e faróis não funcionam.</b></li>
</ul>
<p>No período diurno e noturno o sistema luminoso do veículo tem que estar perfeito. Uma lanterna ou um farol queimado gera situação de risco.</p>
<ul>
<li>&nbsp;<b>Pneus em mau estado, alinhamento, balanceamento e calibragem irregular.</b></li>
</ul>
<p>Nestas condições a frenagem fica prejudicada, muitas vezes por falta de aderência. A aquaplanagem, derrapagem e outras situações serão mecanismos desencadeadores de acidentes.</p>
<ul>
<li><b>Não sinalizar para a mudança de rumo ou pista.</b></li>
</ul>
<p><b>&nbsp;</b>É essencial que sinalizemos para avisar que vamos mudar de pista ou virar a direita ou esquerda.</p>
<ul>
<li>&nbsp;<b>Deixar de sinalizar quando houver enguiço.</b></li>
</ul>
<p>Ao parar na pista ou no acostamento por uma pane ou acidente devemos proceder á sinalização para segurança de todos. O uso do pisca alerta, o triângulo à distância de aproximadamente 20 metros para trás do veículo no sentido do fluxo serão elementos importantes na prevenção de sinistro. Pode-se valer também de galhos de árvores e pessoas que possam de maneira segura, usando uma camisa, por exemplo, sinalizar.</p>
<ul>
<li><b>Falta do apoio para a cabeça.</b></li>
</ul>
<p><b>&nbsp;</b>Na desaceleração brusca é comum ocorrer o “efeito chicote”, que é o movimento brusco da cabeça para frente e em seguida jogada para trás, produzindo lesões na coluna cervical e muitas vezes do canal medular, podendo levar a morte imediata por parada respiratória seguida de parada cardíaca ou levar o indivíduo a ficar tetraplégico.</p>
<ul>
<li>&nbsp;<b>Ruas esburacadas e sem sinalização.</b></li>
</ul>
<p>A falta de manutenção e sinalização das vias públicas são condições inseguras que vão gerar sinistros.</p>
<ul>
<li>&nbsp;<b>Falta de manutenção do ar refrigerado.</b></li>
</ul>
<p><b>&nbsp;</b>A manutenção permanente desse equipamento é essencial para prevenção de doenças respiratórias (infecções, alergias, etc.).</p>
<ul>
<li><b>Em caso de acidente.</b></li>
</ul>
<p>Se tiver condição de locomoção deixe o veículo, sinalize vinte metros para trás e para frente se a via é de mão dupla. Veja se existe vítima, tente tranquilizá-la colocá-la em posição de conforto sem mobilizá-la. Entrar em contato com o resgate da rodovia.</p>
<p><b>Combater ato inseguro e condição insegura constitui atitude essencial na área de segurança veicular e consequentemente na redução dos acidentes de trânsito.</b></p>
<p>“<b>Vá e volte”&#8230;</b></p>
<p><b>* Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior</b></p>
<p><b>Diretor de Comunicação e Chefe do Departamento de Medicina de&nbsp;&nbsp; </b></p>
<p><b>Tráfego Ocupacional da ABRAMET</b></p>
<p><b>dirceu.rodrigues5@terra.com.br</b></p>
<p><b><a href="mailto:dirceurodrigues@abramet.org.br">dirceurodrigues@abramet.org.br</a></b></p>
<p><b>&nbsp;www.abramet.org.br</b></p>
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		<title>Mortes e incapacidades no trânsito</title>
		<link>https://idelt.org.br/vestibulum-nullam-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IDELT]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Oct 2013 11:52:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cras justo odio, dapibus ac facilisis in, egestas eget quam. Cras justo odio, dapibus ac facilisis in, egestas eget quam. Sed posuere consectetur est at lobortis. Aenean lacinia bibendum nulla sed consectetur. Aenean lacinia bibendum nulla sed consectetur. Nulla vitae elit libero, a pharetra augue. Praesent commodo cursus magna, vel scelerisque nisl consectetur et.</p>
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<p><b>A preocupação com nossos acidentes de trânsito tem que ser generalizada, precisamos acordar e atuar de maneira a reduzir os percentuais de incapacidades permanentes e óbitos. Necessitamos de ações veementes e radicais das autoridades, das montadoras, dos órgãos competentes e de toda a sociedade. Precisamos combater a doença epidêmica que assola o nosso país.</b></p>
<p>É desesperador o que assistimos no trânsito brasileiro. Os órgãos governamentais apresentam estatísticas alarmantes para as quais pouca ou nenhuma atenção é dada. Respeitar as regras de trânsito, o que hoje é coisa rara, conhecer com profundidade a dinâmica da direção veicular, são necessidades básicas já que 93% dos acidentes acontecem por falha humana.</p>
<p>Necessitamos de mudanças radicais com relação a essa mobilidade, para que o direito de ir e vir não seja interrompido por lesões ou morte. Não se pode aceitar que o destino das pessoas saudáveis, com plena capacidade de estudo, trabalho e elo familiar seja encerrado nas calçadas, ruas, avenidas e rodovias. Estamos a perder uma massa humana numa faixa etária em que deveria estar altamente produtiva e que está sendo indenizada por morte e invalidez permanente. Os agentes causais são conhecidos e raras ações preventivas são tomadas. Tememos por um amanhã cada vez pior, não só com os óbitos, mas também com a invalidez temporária e permanente.</p>
<p>A ênfase hoje, para um único agente causal, é a “lei seca”, que está sendo fiscalizada de maneira pontual principalmente nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. E o resto do país? E os outros agentes causais? Quando serão colocados em evidência e vistos pelos governantes?</p>
<p>Recentemente o Seguro DPVAT divulgou o número de indenizações feitas no primeiro trimestre de 2012. Esses números são alarmantes e ao invés de decrescer, crescem de maneira</p>
<p>assustadora e as projeções para o final de 2012 não são compatíveis com o compromisso de redução em 50% dos acidentes viários na década de 2011 a 2020. O estimado para esse ano de 2012 é de 57.848 óbitos e 256.880 inválidos permanentes. Quanto custará isso para as vítimas, familiares, sociedade e para o “Estado”? Dessa forma, como evolui esse mal, acreditamos que nos próximos dez anos, em 2020, teremos 570.848 óbitos e 2.568.800 inválidos. Ao invés de reduzirmos os percentuais, como afirmei, estamos progressivamente aumentando de maneira assustadora com o predomínio do sexo masculino, atingindo em ordem decrescente motociclistas, motoristas, pedestres, ciclistas e passageiros.</p>
<p>O Seguro DPVAT acabou de informar que 69% das indenizações foram para motociclistas. Morreram nesse primeiro trimestre 14.462 pessoas e ficaram com invalidez permanente 64.220 em todos os acidentes viários. Afirma ainda que 77% das vítimas são do sexo masculino na faixa etária de 18 a 34 anos. O horário predominante dos acidentes é entre 17 e 20 horas. O nordeste do país teve 30% das indenizações, o sul 27%, sudeste 26%, norte 10% e o centroeste 7%.</p>
<p>São números claros, objetivos que necessitam de cautela, prudência, perícia do homem enquanto motorista, motociclista, pedestre, passageiro e ciclista. E mais, ações emergenciais das autoridades para erradicar a doença epidêmica que assola nosso país atuando na educação de trânsito, fiscalização e punição severa. Atuar ainda sobre as montadoras que devem aumentar a segurança dos veículos e contribuir em suas propagandas não para velocidade, mas sim para mostrar os riscos e a periculosidade da mobilidade sobre rodas. Educar é necessidade prioritária.</p>
<p><b>Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior</b></p>
<p>Diretor de Comunicação e do Departamento de Medicina de Tráfego<br />
Ocupacional da ABRAMET<br />
Associação Brasileira de Medicina de Tráfego<br />
<a href="http://www.abramet.org.br/">www.abramet.org.br</a><a href="mailto:dirceurodrigues@abramet.org.br"><br />
</a></p>
<p>O post <a href="https://idelt.org.br/vestibulum-nullam-1/">Mortes e incapacidades no trânsito</a> apareceu primeiro em <a href="https://idelt.org.br">IDELT</a>.</p>
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