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Nossa frota Automotiva

Nossa frota Automotiva

Em 2012, a Frota Brasileira atingiu a cifra de 76.137.191 veículos, contados entre eles automóveis, ônibus, micro-ônibus, caminhões, caminhonetes, tratores, motocicletas e bondes, segundo dados do DENATRAN. Não estão contabilizados entre estes meios de transporte bicicletas, navios e embarcações de pequeno porte.

Destaque-se que somente os automóveis somam 42.682.111, o que corresponde a mais de 56% de todos os veículos nacionais que circulam pelas ruas e avenidas brasileiras. E, enquanto a frota nacional de veículos automotores cresceu perto de 138,6% entre 2001 e 2012, entre 2000 e 2010 dados do CENSO apontam crescimento populacional de  11,8% (IBGE).

E a frota de automóveis segue crescendo sem parar! Somente nos cinco primeiros meses deste ano, a indústria automobilística bateu o recorde de vendas, conforme informações da ANFAVEA – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores. Foi registrado aumento de 8,6% com relação ao mesmo período de 2012, tendo sido licenciados 1.480.445 automóveis. Até o final do ano, espera que sejam vendidos aproximadamente 4.000.000 de carros, com crescimento projetado em torno de 4,3% em comparação ao ano de 2012.

Os dados do Relatório do Observatório das Metrópoles, do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia, confirmam também estes apontamentos: “O número de automóveis passou de pouco mais de 24,5 milhões, em 2001, para 50,2 milhões, em 2012. Isso significa que a quantidade de automóveis exatamente dobrou, com um crescimento de 104,5 %. Em toda a séria histórica, merece destaque o aumento de 3,5 milhões de automóveis em 2012. Assim, a frota brasileira passa de aproximadamente 46,7 milhões para os 50,2 milhões já mencionados em apenas um ano. Neste caso, é importante destacar que, de todo o crescimento ocorrido nos últimos 10 anos (acréscimo de 24,2 milhões de autos), 14,6% ocorreram apenas em 2012”, cita o Relatório.

Assim não surpreende que as cidades brasileiras estejam inundadas de carros e motos sendo este um dos fatores que mais contribuem para a piora da mobilidade urbana nos principais centros urbanos do país. O “status” que representa a propriedade de um veículo, a liberdade de ir onde e quando se quer, a precariedade e baixa qualidade nos serviços de transporte coletivo ao lado da facilidade de acesso ao crédito e incentivos fiscais de redução do IPI, estão entre os  principais fatores do crescimento descomunal da frota.

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