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Projeto Seis e Meia em Debate “Para onde caminham as políticas públicas?”

Promovida pelo IDELT – Instituto de Desenvolvimento, Logística, Transporte e Meio Ambiente -, a última edição do Projeto “Seis e Meia em Debate”, realizada dia 04 de julho, teve como tema “Para Onde Caminham as Políticas Públicas?”. Na abertura pudemos contar com breve introdução ao tema, realizada pelo Secretário da Diretoria Executiva do Instituto, Dr. Edson Rodriguez, que é Geógrafo de formação, com vasto conhecimento sobre políticas públicas, onde teve um papel de destaque junto à Entidades Setoriais e Agências Reguladoras, promovendo e coordenando Seminários e Eventos, hoje atuando como empresário do setor de resíduos. Em formato de “Roda de Conversa”, contou com diversos convidados e associados do Instituto de forma presencial e pela web. Destaque para Dr. Dirceu Rodrigues, nosso articulista colaborador, sempre participativo nos debates, mas que neste não pode comparecer, comentou o assunto e nos enviou um artigo “Violência no Trânsito”, já se encontra publicado aqui no nosso site.

Motivado pelo expositor, de forma íntegra e contundente, os conceitos que permeiam o contexto “políticas públicas”, começaram a ser trazidos pelos presentes. Algumas pessoas, familiarizadas com ações e programas desenvolvidos pelo Estado, dissertaram sobre a necessidade de garantir e colocar em prática direitos que são previstos pela Constituição Federal e outras leis complementares, por meio da adoção de políticas públicas setoriais. Ainda, dentro da temática, lembrou-se da necessidade de que se retorne a um planejamento mínimo, necessário à continuidade de programas e projetos para que possam surtir efeitos, pois muitas vezes dependem de tempo de maturação para que se alcance efetividade nas ações. Isso, acrescido da criação e a execução dessas políticas nas três esferas de poder: Legislativo, Executivo e Judiciário.

Foram debatidos e levantados subtemas, entre os quais a situação da Ucrânia e como tem afetado o Brasil e o mundo, notadamente nas questões relativas ao fornecimento de insumos. Destacou-se a falta de orientação geral nas políticas de saúde, educação, cultura, habitação e distribuição rendas. Também, as políticas ambientais, não escaparam desta conversa, debatendo-se muito sobre a questão da Amazônia, da mineração e extração de madeira ilegal, questionando-se inclusive a falta de políticas públicas sobre essa questão. E que, alguns pilares do Estado, como população e território, necessidades regionais, atrelados a outros pontos de sustentação e desenvolvimento, necessitam ser retomados, como contraponto mais permanente frente a políticas imediatistas e de curto prazo, que pouco contribuem com o crescimento do país. Essas políticas paliativas e compensatórias podem ser consideradas como “tapa buracos”, mas não como políticas públicas, comentou um dos presentes. Outro participante remarcou que essa degradação das políticas públicas, esquecendo-se que o Estado deve ser o garantidor do bem-estar comum, não é obra de um único governo. Quanto aos esforços para investimentos para o desenvolvimento do país, as análises versaram sobre pontos positivos e negativos, de forma geral, ao longo dos anos, sem adentrar numa esfera específica, mas foi inevitável não se debater sobre questões e diferenças políticas, já que este ano haverá eleições gerais no país, em meio à realização da copa do mundo, podendo também nos afetar, já que o Brasil é o país do futebol…

Mas em setembro tem mais. Esse e outros assuntos ficaram de ser retomados já primeira quinzena do mês. Espera-se ter, nesta altura, um quadro mais definido de propostas a serem debatidas e comparadas. Vamos conferir juntos! Então, já se sintam convidados, para a próxima edição do projeto Seis e Meia em Debate, que ocorrerá quando setembro vier. Até lá!

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